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Toko Interview Apresentação


Para conferir a postagem, clique em Leia Mais, ou no título do post...


Muitos daqui devem me conhecer do Anal Wrestling, porém agora estou no WrestleManiacos, continuarei o Toko Interview aqui, então peguei todas as entrevistas que eu fiz e postarei aqui para que possam ver o estilo das perguntas, entrevistados e todas essas coisas. 

O primeiro entrevistado foi o lutador brasileiro Trovão, dono da ABRALULI e da Trupe do Trovão.


1) Bom, Trovão como sabemos, você é um lutador que já lutou fora do 
país, e gostaria de saber como foi para você lutar lá fora:

R: Bom, Lutar fora de nosso País e mostrar a outras nações o que temos de Luta Livre brasileira "Show" é ótimo. Tenho muitas Lutas de outras modalidades que fazia, como Boxe e outras de formação o qual tive vários combates reais até meus 30 anos de idade na América Latina. Na Luta Livre Brasileira, tivemos a honra de estar com a Equipe TRUPE DO TROVÃO, através da ABRALULI no Continente Africano em Angola no ano de 2001.

2) A ABRALULI, vem disponibilizando shows para outros estados do Brasil, você poderia nos contar um pouco mais sobre esta iniciativa?

R: Então, esta iniciativa faz parte de um Projeto da ABRALULI, com a 
TRUPE DO TROVÃO que esta acontecendo a nivel nacional onde devemos de pouco a pouco, levar estenosso entretenimento a todo o Brasil.

3) Trovão, o que você acha que a Luta Livre Nacional precisa para voltar ao sucesso que tinha antes?

R: Primeiro, os Lutadores mais antigos pararem de egos pessoais e dar mais abertura aos novos que estão vindo e os novos terem mais fidelidades a suas Equipes o qual já não está acontecendo, treinam com uma Equipe quando novos e iniciantes e depois abandonam sem se formar direito e a outra Equipe já os colocam como Lutadores Profissionais... Assim nunca teremos a credibilidade merecida.

4)Essa pergunta será um pouco polêmica, o que você acha do uso de esteróides e anabolizantes?

R: Para mim não é polêmica, pois não dou esta droga a meus Lutadores e nem permito que eles usem aqui na ABRALULI.
Para o Lutador ficar grande e forte, há a maneira correta de fazer isto:
Treinar forte e se alimentar adequadamente.


5)Voltando um pouco no tempo, como foi que você conheceu a Luta 
Livre e como foi o seu começo na mesma?

R: É, hoje conhecendo o que é a Luta Livre entretenimento da para rir...rsrsrsr
Eu assisto na TV a Luta Livre desde criança (desde 1968) e sempre acreditava que era realista, apesar de que, naquela época ela era realmente mais forte que hoje... aí comecei a praticar (treinar) capoeira a qual fui até 1975 me formando na época como Contra-Mestre, pois em nossa equipe de Luta Livre só vai aMestre o mais antigo quando o Mestre vier a falacer, mas Eu até hoje não fui e nem vou a Mestre, pois Meu Mestre (DAVID) esta vivo e bem vivo e é Lutador de Luta Livre também da época antiga o qual meformou também na Luta Livre e no Vale-Tudo.

 6)Você se lembra aonde foi e contra quem foi a sua primeira luta?

R: Perfeitamente, minha primeira Luta como Amador foi com meu Mestre
David... Numa quebrada (é assim que chamamos as Lutas na Rua ou Informais) na COHAB JUSCELINO... Guaianases / SP e minha primeira Luta como Profissional foi na Cidade Tiradentes SP, com o Lutador quese chama ROMERITO.


7)Como você vê o futuro da Luta Livre no Brasil?

R: Só tenho que acreditar e tenho certeza que será ótimo... pois sou um dos que lutam para que isto aconteça...e logo....

8)Qual foi a coisa mais marcante que já te aconteceu neste meio da Luta Livre?

R: É que quando assistia a Luta Livre na TV em 1990 e as pessoas diziam para eu ir treiná-la, daí eu falava que não... Era violenta,aqueles tombos altos... Tinha medo de apanhar, sendo que fui Campeão na época do Vale-Tudo em vários Estados Brasileiros...rsrsrsr a Luta Livre é magia pura no lado teatral...rsrsrs


9)Como você vê a ABRALULI daqui a alguns anos, em termos de popularidade e qualidade de eventos?

R: Não desmerecendo nenhuma Equipe que atua hoje na Luta Livre, a ABRALULI sempre está de portas aberta a todos.... Mas se perceberem o nosso trabalho, nós estamos trabalhando em prol da Luta Livre Nacional
e dentro de uma pura credibilidade perante o nosso público e também de nossos Patrocinadores a nível Nacional.
Estamos a cada dia que passa, tentando e alcançando melhorias visuais dentro de nossos eventos e também dentro de nossas estruturas para o treinamento de nossos lutadores....

10)Se surgisse alguma oportunidade de levar a ABRALULI para fora do país, qual seria a sua atitude?

R:Hoje estamos preparados para representar o nosso Brasil, onde for preciso.

11)Por fim, obrigado novamente por nos dar essa entrevista, gostaria de fazer algum comunicado ou anúncio?

R: Sempre é bom...rsrsrsrs Estamos sempre ao dispor de todos os Fãs de nossa Luta Livre Nacional e dos de fora também....rsrsrsrs, pois temos recebido inúmeras mensagens de outros países... Visitem nosso site: www.abraluli.com.br apesar de que o Fabrício é um mala e não está cuidando dele como merece...rsrsrs
Tenho ORKUT; procurar TROVÃO LUTA LIVRE  e que quiser ver mais no YOUTUBE - TROVÃO LUTA LIVRE...tem matérias lá....rsrs


 Pergunta dos Fãs

Kevin: Como foi trabalhar nos programas da MTv, como Beija Sapo e Fundão MTV?

R: Tudo foi bom, passou e estamos em outras paradas agora... A MTV na época era diferente... Mais curtição e menos fiu...fiuuuuuu......rsrsrsrs dava para curtir legal.....rsrsrsrsr



Lady Hardcore: Você é um coroa doidão Trovão, gostaria de saber se você é doidão assim entre quatro paredes.

R:QUE INDISCRIÇÃO....rsrsrsrsr mas vou nessa...rsrsrs não passo vontade...rsrsrs. Não só entre quatro paredes, mas numa praia à noite ou deserta de dia, nas noites, numa estrada de triciclo, paro e não tem não.... rsrsrsr
O importante é ser feliz e fazer feliz quem esteja com a gente.....rsrsrsr



Denise: Na sua opinião, qual foi a melhor luta que você já realizou? E qual a pior?

R: Já foram tantas Lutas realizadas que no momento não tenho a idéia de como dar esta opinião...


AJ Styles: Trovão, eu gostaria de saber a sua opinião sobre o sucesso da Luta Livre Nacional antigamente, e por que hoje não faz tanto sucesso?

R: Antigamente haviam poucas pessoas no comando e era levada a sério e, 
hoje quase todos querem montar Equipes e ser donos..... Daí a divisão e não o sucesso que merecia. Mas vamos ajeitar isto...devagarzinho....rsrsrsrs


Paulo Cesar: Trovão, será que um dia poderemos chegar ao sucesso de uma federação americana?

R:Como já disse, estamos na Luta para que isto aconteça...precisamos de bons Patrocinadores e a coisa acontece....


Luiz Alberto: Eu gostaria de saber em quais lutadores você se espelhou, e quais lutadores de modo internacional você acha que lutam mais?

R: Ô Luiz, Eu sou Nacionalista e não me envolvo com americanos, mas na Luta Livre Nacional, consegui ser Eu mesmo....pode ver que não há 
comentários nas minhas Lutas, em que meus golpes eram parecidos com os de fulano ou sicrano.....Agora, sou fã de vários lutadores brasileiros como:
AQUILES - O MATADOR, SALDOSO O CAIPIRA DON AFONSO, CARDOSO - O JECA TATU, DIABO LOIRO, BALA DE PRATA, RASPUTIN.... nossa, se for viajar...não para mais...rsrsrsrs


Trovão: DE MODO GERAL, EU QUE AGRADEÇO A TODOS VOCÊS POR ESTA ENTREVISTA E ESPERO TER ATENDIDO, PELO MENOS PARTE DE SEUS OBJETIVOS, E FICO SATISFEITO POR TER PESSOAS INTERESSADAS EM SABER "HOJE" SOBRE NOSSA LUTA LIVRE NACIONAL.

ABRAÇO A TODOS(AS)

TROVÃO/ABRALULI
TRUPE DO TROVÃO
www.abraluli.com.br
  

O segundo entrevistado por mim foi com o lutador da FILL, Loki

1-) Como você começou a amadurecer a sua idéia de iniciar um treinamento na luta livre?

R: Não foi algo que eu fui "amadurecendo", foi realmente do nada. Todo fã de luta-livre(ou pelo menos uma grande parte), sempre pensa em um dia poder lutar, e comigo não foi diferente. Eu assistia lutas, e tinha vontade de treinar, então chegou um dia que por um acaso eu conheci a FILL, e dois dias depois eu estava lá caindo literalmente de cabeça na areia.

2-) Foi difícil para você no começo?

R: Difícil é pra todo mundo no começo, principalmente com quem não está acostumado com dor, pois nos primeiros dias, você fica completamente dolorido, depois acostuma.

3-) A luta livre é um esporte que você tem que realmente gostar para continuar treinando, então, qual é o seu maior incentivo para continuar treinando?

R: Meu incentivo é simplesmente tornar a luta-livre nacional famosa, ME tornar famoso, ganhar dinheiro, fazer shows pelo Brasil e fora dele também, e etc...

4-) Conte-nos sobre um ídolo de fora e um ídolo daqui mesmo do Brasil

R: Isso é um tanto quanto difícil, pois tenho muitos ídolos, que também são minhas inspirações, como: Davey Richards, Edge, Austin Aries, Amasis e Ophidian, BxB Hulk, Naruki Doi, Yamato, os Young Bucks,Frightmare, Jigsaw e mais umas porrada de gente aí.
Quanto aqui no Brasil, acho que nada mais justo do que eu ser o meu próprio ídolo, não?

5-) Como você conheceu a FILL?

R: Eu conheci a FILL em Abril do ano passado, quando fui até um hotel em copacabana para ver o Stone Cold Steve Austin, que na época estava por aqui no Rio de Janeiro gravando um filme. O hotel era em frente a praia, e lá mesmo eles fizeram uma luta, e dois dias depois, numa quinta-feira, lá estava eu na praia de São Conrado com eles treinando.

6-) Você que assim como a maioria dos lutadores novos se inspirou no pro-wrestling norte americano, você acha que a nossa luta livre tem alguma chance de chegar ao nível de uma empresa Indy?

R: Claro que tem. Mas creio que para isso acontecer, é preciso uma "renovação", e não ficar preso no estilo que era feito a uns 40 anos atrás. Conheço o ditado "panela velha é que faz comida boa", mas acho que ela não pode ser usada nessa situação.

7-) Qual foi a sua primeira luta?

R: Minha primeira luta, que foi filmada e colocada na internet, foi uma "First Blood Match", na praia de São Conrado mesmo, contra Christopher, que obviamente eu saí vencedor.
Mas agora, se estiver falando da primeira luta em cima de um ringue, foi na BWF, em Julho desse ano se não me engano, que foi entre a melhor dupla que existe aqui no Brasil, "Os Sádicos", que é formada porminha pessoa e pelo Distúrbio, contra o carinha que já mencionei antes, Christopher e Aquilian.

8-) Existe alguma melhor luta que você tenha feito? E uma pior?

R: A melhor, acho que foi contra o Tytan, em Agosto, em Niterói, mesmo perdendo e com aquele juíz burro que não sabia contar.
E a pior, creio que tenha sido a primeira mesmo, a que eu falei na pergunta anterior, na BWF.

9-) Qual foi o momento mais marcante em sua vida na luta livre?

R: O momento mais marcante deve ter sido também nessa minha primeira luta na BWF. Afinal, foi a primeira. Nunca havia pisado em um ringue antes, e antes de subir no ringue eu estava bem nervoso, porém, quando subi no palco pra ir até o ringue, e vi a platéia eu falei "Ah, dane-se!", e fui fazer minha luta.

10-) Por fim, gostaria de fazer algum comunicado?

R: Gostaria de avisar para todos que acham que conhecem a dor, o sofrimento, o terror e o medo, ficarem de olho na FILL, pois vocês poderão enfim saber o que é tudo isso o que eu falei, quando nós, os sádicos, finalmente lhes mostraremos o verdadeiro TORMENTO!!

Perguntas dos Fãs:

Audico Sting: Qual a maior dificuldade de um lutador amador?

R: Creio que a maior dificuldade de um lutador amador, é ser exatamente amador. As vezes a falta de meios é um pouco prejudicial.

Denise: Como você vê o futuro da FILL?

R: Eu vejo a FILL futuramente como a melhor equipe de luta-livre do Brasil, e isso não será graças a lutadores como Christopher, ou Drago, ou sei lá mais quem. Será graças a mim.

Glauce: Como vocês costumam treinar?

R: Nós treinamos em tatames em um palco, dentro de um clube. Você pode ver como é assistindo ao vídeo "Treino da FILL" no nosso canal, que eu espero que esse Toko coloque o link em algum canto. Se não colocar, se vira procurando por aí.

JPHM: Você acredita que o wrestling no Brasil pode crescer consideravelmente?

 R: Consideravelmente não. Crescer bastante. Eu e Distúrbio, faremos ela crescer, e o preço será o sofrimento e a dor alheia.


  EAB: Sabemos que o wrestling é um esporte doloroso, mas após a luta, vale à pena a dor?

  R: Vale a pena a dor, e cada pingo de suor e sangue(caso sangre) que desce pelo rosto.

  Tiago: Por que você parece o Fiuk?

  R: Seu imbecil, já parou pra pensar que não sou eu que pareço com ele, e sim ele que parece comigo?

 Kevin: Loki, você é Loki da cabeça?

  R:Deixa eu adivinhar. Você é paulista, não é?! Por que diabos a maioria dos paulistas que falam comigo, não sabem quem foi Loki?! Francamente...
 Não, não sou "Loki da cabeça" não, ou pelo menos não muito.

  Segue algumas fotos do lutador:






     Na terceira Edição do Toko Interview, entrevistei o lutador e dono da FILL, Tytan.


1-) Como surgiu a sua iniciativa de criar a FILL?

R: Não foi uma iniciativa minha. Um amigo me convenceu a tentar montar uma equipe, ele e eu, para fazermos do nosso jeito. A forma como achávamos que deveria ser gerida a LLN. Ele acabou abandonando o barco por volta do 8º mês. Nós estamos aqui e viemos para ficar. Acostumem-se com esta idéia.

2-) Você já treinou em São Paulo, por quais federações você passou em São Paulo?

R: Bem, treinar, treinar mesmo, apenas pela ABRALULI. Fiquei lá por cerca de 2 meses, num espaço de um ano. Mas por incrível que pareça, foi o suficiente para aprender muitas coisas e aprimorar outras. Quanto ao meu contato com outras equipes, o GDR, eu era aluno de um amigo do Michel Serdan, então o resto ficou fácil para ir até lá. Apenas fui lá conhecer o trabalho deles. Já a BWF, foi bem no princípio da FILL. Fomos lá, fizemos uma luta, gostaram, voltamos um ano depois e teve toda essa boa repercussão. O resto é história passada e a ser contada.

3-) Quais foram as suas melhores experiências lutando em São Paulo?

R: Acho que o contato com o público (coisa que mais sentimos quando fomos à Sampa. Quando a coisa é pra valer mesmo e não um simples treino). Lutar para uma multidão é sempre energizante. Você tenta e faz coisas que não faria num treinamento, apenas levado pela energia que vem do público torcendo. A favor ou contra (já passei pelas duas experiências na mesma luta). Sem contar os amigos que se leva por toda a vida...

4-) Lembra-se de sua primeira luta?

R: Na praia ou no ringue? Heheheheh...

Na praia foi contra um amigo. Codinome: Dendê (porque parecia com o Dendê do Dragon Ball, ele só não era verde). Foi um verdadeiro desastre.

Já no ringue, foi contra um cara chamado Cigano Tiago. Foi um desastre menor. Quase quebrei o pescoço arriscando um Superstar Press (nunca tinha feito isso na minha vida), sem falar dos estilos se colidindo em pleno ringue. Tiago gritava horrores comigo, porque sempre segurava e vendia a sua tesoura como um Hurracanrana, caindo sempre em cima dele. Era a forma como eu estava acostumado, né? Aí já viu... Mas foi divertido.

5-) Tem uma luta que considera melhor? E uma pior?

R: A melhor, acho que foi a primeira que fiz contra o Raoni. Mesmo estando nervoso por ter controlar ele, que estava ainda mais nervoso, apesar dos muitos erros que cometemos nela (que apenas nós sabemos como foram), acho que foi a melhor. Talvez outras pessoas discordem, mas sem dúvida é a que guardo um carinho maior, pois foi a que abriu todas as portas posteriores para nós.

A pior... Acredito que a de eliminação em Niterói. Não pelos lutadores envolvidos, mas pelo prazo mínimo que nos deram para lutar, a estrutura e a pouca liberdade. Ou seja, foi muito mais por situações extra ringue do que pela luta em si que a considero como a pior, mas isto refletiu. Pois apesar de terem gostado, sabemos que poderíamos ter rendido muito mais se tivéssemos mais apoio e confiança na hora de fazermos o nosso show.

6-) Conte-nos um pouco sobre as maiores dificuldades que você já passou com a FILL

R: Acho que foi sempre fazer planos, que sempre consistiam em uma ajuda ou participação de terceiros e SEMPRE nos darmos mal. Seja montando o ringue, seja confiando em pessoas próximas para fazerem parcerias, empresários aproveitadores, pessoas desconhecidas querendo nos desafiar ali, no meio do treino... Mas pego tudo isso e uso como aprendizado. Porque isto faz com que a equipe, a princípio sinta o golpe, mas fique também mais forte, mais experiente. Quando estive sozinho foi bem pior. Hoje, tenho mais do que uma equipe: Tenho amigos, irmãos e alguns filhos também... hauhauahuahauha...

7-) Conte sobre um momento marcante em sua vida na Luta Livre

R: Acho que foi a experiência que tive quando larguei tudo para me dedicar a Luta Livre. Simplesmente saí de casa, sem avisar nada, me demiti do trabalho... apenas fui. Foi uma grande experiência, conhecendo muita gente, vivendo de Luta Livre (como iremos viver). Passei fome, passei frio, quase morri diversas vezes, mas fiquei ali. Até que a hora de voltar pra casa chegou. Voltei e então abandonei a Luta, literalmente, por dois anos. Ao voltar, trouxe toda essa bagagem comigo. Foi muito benéfico para mim.

8-) Qual a sua visão sobre a Luta Livre Nacional?

R: Confesso que minha visão era muito ruim no meu início. Queria ir pra WWF (ainda era f), pra WCW (pra ver como faz tempo), pra ECW, pra CZW... Qualquer uma, menos aqui. Não conhecia nada aqui. Mas treinando, por conta própria, você percebe que suas aspirações, por maiores que elas sejam, não são suficientes quando você está do lado errado da linha do Equador. Então, quando cheguei e saí do mundo da Luta Livre (entre Vênus e Marte), tinha a idéia de “modernizar” o esporte. Uma vez que minhas inspirações vinham de fora. Contemporaneidade era a palavra que buscava datar à Luta Livre. Sem sucesso e frustrado, desisti. Mais sábio, vi que o exemplo e a união seriam a estrada de tijolos amarelos a serem percorridos. É o que viemos fazendo desde então. Unir, fortalecer, permanecer e transformar. Ainda há um longo caminho para a Luta Livre nacional se popularizar novamente, mas o molde ideal para que seja um esporte forte novamente, a cada dia, se aproxima. 

9-) O que os novos lutadores podem fazer para mudar esse quadro terrível da LLN atual?

R: Não diria terrível. Não está longe o dia em que todos poderemos viver deste esporte, acredito piamente nisso! Ignorando completamente o trato pessoal entre as equipes, quem vem agora deve aprender com quem já está a muito tempo sobre o ringue e traçar metas mais ousadas para colher os frutos. As raízes existem, qualquer pessoa conhece o termo “telecatch” e seu significado. Basta trabalhar forte para que cresça e frutifique.

10-) Por fim, gostaria de passar alguma mensagem ou anúncio?

R: Vendo uma bicicleta, 18 marchas... Hauhauhauahauhauha... Ela tá tão enferrujada que se pega tétano só de chegar perto. Zoeira. Pessoalmente, diria que ainda iremos “torcer muito o nariz” a princípio, para algumas idéias sobre a Luta Livre Nacional, mas continuem apoiando e dando aquele suporte para que o esporte se popularize novamente. Acreditem, pois nós, aqueles que realizam o espetáculo, não somos nada, sem vocês, os fãs, a razão do show.

E tenho dito!

Perguntas dos Fãs:

Denise: Quais foram as dificuldades para criar uma nova federação? E como empresário da mesma, quais as dificuldades em que a FILL se encontra?

R: Empresário é legal. Bwahuhauahuahuah... Dificuldade ainda estamos tendo. Por muito tempo, existia (ainda existe) uma certa resistência a nós, por não termos um ringue, uma base, um roster, uma mascote... E tudo isso influenciava bastante na hora, de alguém que nos conhecia, escolher ficar ou não. Tanto que a nossa equipe ganha membros como nerds ganham beijos. Creio que as dificuldades, não nossa, mas de qualquer equipe nacional é a estrutura que não é a ideal. Mas se tratando da nossa que começou do nada, multiplica isso aí por 473. Mas quem disse que ligamos? Vencer dentro e fora do ringue. Essa é a minha meta (e da equipe também).


Mr. Terrific: Como vocês treinavam na areia?

R: Era como ir à praia, mas sem cair na água e ser observado por uma porrada de gente sem você estar tomando sol (não diretamente). Tinha a parte da farofada também, mas eu chamava isso de treinar golpes. Hoje é engraçado falar disso, mas alguns membros acham o assunto constrangedor. Eu acho isto engraçado. Não tenho vergonha, pelo contrário, tenho o maior orgulho desta época.


Kevin W.: Sou do RJ e quero saber onde é a FILL e como faço para treinar com vocês.

R: Rua Alecrim, 136 – Clune Florença em Vicente de Carvalho. Próximo ao Shopping Carioca. Só chegar e perguntar, não tem erro, no final da rua. Desde que você não tenha 10 anos (como o último que me perguntou isso), pode chegar lá. Caso seja menor, imprescindível a presença dos pais ou responsável.


Dandhi: Olá, gostaria de saber se vocês tem planos de partir para outros estados, Santa Catarina por exemplo?

R: Seria um enorme prazer, tipo um Swing sem ser com a sua namorada, saca, mas isto ainda está um pouco fora da nossa alçada. A não ser que as coisas mudem até uma determinada data no próximo ano. Aí, quem sabe?


Elias Cottonwood: Tytan, admiro seu esforço e de toda a galera da FILL pela LL nacional, lá vai uma pergunta:


O que precisa de FATO melhorar na luta livre nacional para ela voltar a ter aquele prestígio que se tinha antigamente?



R: Cara, eu poderia te responder isso na boa, Elias, mas isso iria contra muita gente que eu conheço, iria ferir algumas amizades... Mas quem disse que estou ligando? Falta quem está envolvido, querer de verdade! Chegar e participar de todo o processo de criação e EVOLUÇÃO do show. Querer fazer sempre um show melhor do que o outro, ter a idéia de vivência do personagem. Falta quem está no comando, cobrar isso, ter a idéia de que somente quando a postura for de show grande, será grande. Enquanto houver conivência desses antigos vícios, veremos os mesmos shows sempre vendidos como inéditos.


Yuri Y2J: Com quantos anos pode-se começar a praticar Wrestling? Sou do RJ e estou interessado. Obrigado.

R: Acredito que trata-se mais de estrutura física mesmo, mas a idade mais abalizada para isto, seria 15 anos. De nada.

Fotos do Lutador:



Sim, eles treinavam na praia, todos podem, basta querer.

Na quarta edição do Toko Interview, eu entrevistei a lutadora da Trupe do Trovão, Cléia.

1-) Bom Cléia, para começar gostaria que nos contasse como iniciou sua carreira na luta livre.

R:  Comecei a treinar na Trupe com 13 anos. Eu freqüentava a academia do Trovão que antigamente ficava no meu bairro. Um dia estava sentada na escada com uma amiga e escutei uns barulhos vindo de uma sala e fui olhar pra ver o que era. Era a o pessoal treinando. Foi paixão a primeira vista. xD
Falei  na época com o Wagner (Flash) e ele me mandou falar com o Trovão... falei com ele e ele deixou. Mas demorou uns dias até eu começar a treinar e enquanto isso fiquei perseguindo todo o pessoal. xD

2-) Quais são as maiores dificuldades de uma mulher treinar?

R:  Agora não vejo dificuldades. No começo foi ter força e depois, as pancadas nos seios. xD

3-) Você já sofreu de machismo no meio?

R: Não.

4-) Qual foi o momento mais marcante em sua carreira na Luta Livre?

R:  O momento que mais marcou foi uma luta que fiz em Taubaté. As pessoas me odiaram tanto que tive que sair correndo pelo ginásio. Foi muito engraçado. xD

5-) Existe alguma luta que você considera ser a melhor de sua carreira? E uma pior?

R: A melhor luta... A primeira luta em Vinhedo. A pior... a de Macaé, aonde lesionei o ombro no começo da luta.

6-) Sabendo que você sofreu uma lesão em seu ombro esquerdo, conte-nos um pouco a respeito.

R:  Uma lesão não... É a terceira sub-luxação no mesmo ombro.  Agora a coisa foi séria... Vou ter que ficar afastada por um tempo indeterminado... Vou fazer uma ressonância pra ver como está a situação e depoispassar por uma cirurgia. 
O engraçado é que sempre que isso acontece é a dona Glauce que coloca ele no lugar pra mim. Minha socorrista oficial. Ninguém toca no meu ombro a não ser ela. xD

7-) Um ídolo na Luta Livre Nacional e outro na Luta Livre Internacional?

R:  Nacional, Trovão é claro. Internacional  é mais de um, mas não caracterizo como ídolos, só gosto.  Gostava muito da Molly Holly e da Chyna, atualmente admiro a Beth Phoenix da WWE e a Daffney da TNA pela personalidade.

8-) Qual a sua opinião sobre o uso de anabolizantes por parte de alguns lutadores?

R: Imbecilidade. ^^
Não oferecendo pra mim ta ótimo. Prefiro me matar na academia meses ou até anos pra chegar no nível que quero, do que ganhar músculos do ‘nada’ e sofrer efeitos colaterais horríveis por causa de uso do mesmo. Os lutadores que usam isso, já sabem o final.

9-) Na sua opinião, qual o motivo de não termos tantas lutadoras no Brasil?

R: Covardia. Brincadeira xD  Machismo. Tem homens que não aceitam que sua mulher ou namorada lute. O que é ridículo porque as mulheres ainda vão dominar a luta livre!  Agora não me pergunte o porque esses homens machistas pensam isso.

10-) A luta livre no Brasil teve um declínio muito grande dos anos 80 até hoje, qual você acha ser o principal motivo disto?

RNa minha opinião. Egoísmo e empresas se os “grandões”  de antigamente se mantivessem unidos acho que a luta ainda estaria em auge. Um quis se mostrar melhor que outro e deu no que deu. Mas vai saber né... eu não estive lá.

11-) O que você acha que tem de mudar em nossa luta livre para que ela possa crescer novamente?
R: Acho que a união das equipes já seria um recomeço...

12-) Uma mensagem para as novas mulheres que gostariam de treinar?

R:   Estão esperando o que pra começarem a treinar? Desgrudem essa barriga do fogão e tanque e mostrem do que a força feminina é capaz! Ainda podemos dominar a luta livre! Auahsuahsuhas, como eu sou besta!


Perguntas dos Fãs



Kevin: Qual o tipo de homem seria o ideal para você?

R: O meu namorado.

Denise: Qual foi a sensação que você teve, ao ter a sua primeira luta televisionada?

R:  Medo e vergonha.

Leon: Existe alguém que você tenha desavenças fora do personagem? E você acha que houve um declínio dos bons lutadores de antigamente para atualmente?

R: Fora do personagem não. Sou bem simpática e brincalhona e por enquanto não me desentendi com ninguém ainda. Não. Acho que os bons lutadores atuais de alguma forma se sobressaem mais que os antigos mesmo se  inspirando neles.

Natalia: Como a sua família reagiu ao saber que você queria se tornar lutadora?

R: Minha mãe achou que era coisa do momento e meu pai odiou. Agora ele aceita. Mas nos 5 anos que eu luto, nunca apareceu em nenhuma luta minha.

Alice: O que os homens acham de você ser lutadora, no sentido de namoro, eles tem medo ou algo do tipo?

R: Não, meu namorado aceita super bem e nunca demonstrou medo ou receio... Quando começamos a namorar o primeiro lugar que levei ele foi no Abutre’s pra assistir minha luta xD

Glauce: Aonde você compra as suas roupas de luta?

R: Ahuahsusuahs. Sempre desenho minhas roupas, mas nunca faço... Então recorro a lojas de moda alternativa. xD

Então eu segui o Toko Interview, entrevistando agora o Insano Igor da BWF!

1-) Olá Igor, para começar com a entrevista, conte-nos um pouco de sua inciação na luta livre.


R: Começou anos atrás através do videogame. Meu irmão e eu éramos fissurados por jogos de luta livre, apresentados a nós pelo meu primo. Após alguns anos visitamos a academia da BWF para aprender quedas e rolamentos para não nos matarmos fazendo nossas anarquias pelas ruas e acabei ficando por lá.

2-) Quem mais te influenciou para começar a treinar?

R: O primeiro ídolo maior foi o Taker. Anos depois, com o advento da internet, descobri Hardy Boyz, Dudley Boyz, Chris Jericho, The Rock, Rey Mysterio e por ai foi.

3-) Um ídolo brasileiro e um americano, Por quê?

R: Brasileiro é difícil falar pois pouco conheço de luta livre nacional, ainda engatinho no assunto mesmo estando envolvido na mesma. Mas uma pessoa com a qual não só eu mas muitos aprenderam MUITO e que com certeza é ídolo que admiro muito é o Caipira Dom Afonso. Ele não era lutador, um personagem, ele era o Caipira Dom Afonso 24 horas por dia, onde estivesse, e encima do ringue brincava com o psicológico do publico enquanto se divertia. Certamente um dos mais fodas que já vi. E americano sem sombra de dúvidas Chris Jericho. Muitos são melhores que ele em aspectos diversos, mas ele é o único que vejo que quando é posto para fazer um trabalho, independente do que seja, ele faz e faz muito bem feito, seja voando, mexendo com publico, sendo herói ou vilão, não importa, ele detona todos.

4-) De onde surgiu toda essa revolta do “Insano Igor”?

R: De verdade mesmo? Do Igor “pessoa” de ver o quanto o povo brasileiro é baba ovo de americano cada vez mais a cada dia que passa e na luta livre não é diferente, o que faz com que ao invés de ajudar, critica severamente e da as costas, o que não leva ninguém à lugar algum. Acho que o nosso deveria ser mais valorizado. Do Insano Igor da falta de competência dos adversários. Nenhum tem o talento e a destreza que eu tenho, e se eu não tivesse sido sacaneado todas as vezes que fui, estava invicto!

5-) Você já fez uso ou conhece alguém que já fez uso de anabolizantes? O que você acha a respeito do mesmo?

R: Sim e sim. Conheço muitos, e o único que fiz foi por um período minúsculo de tempo que ao ver os efeitos colaterais larguei mão. Anabolizante não passa de um medicamento mal utilizado. Se o uso for feito acompanhado por um profissional capacitado na medida certa para o paciente, não faz mal a ninguém. O problema é que a falta de neurônios e sobra de “modelos” na sociedade cega as pessoas que se matam usando algo que pode ser tão poderoso de maneira saudável para fins diversos. Não sou contra o anabolizante, sou contra os acéfalos que fazem uso dele sem ter em mente que a vida esta em risco e que tem gente que estudou pra saber indicar o uso.

6-) Como lutador, você tem alguma ambição de sair do Brasil ou de tornar a luta livre nacional tão grande quanto a americana?

R: Certamente sim! Se alguém tem que sair, sou eu, pois os outros não tem capacidade de nos representar. Seria um fiasco! E poxa, enquanto eu não por a luta livre nacional na Globo na hora da novela, eu não descanso!

7-) Qual foi o momento mais marcante em toda a sua carreira na luta livre?

R: A carreira toda. Tenho um aprendizado novo a cada dia que passa, e de momentos bons e ruins, cada dia se faz um singular momento que deve ser bem guardado.

8-) Qual a melhor luta que você considera ter feito? E a pior?

R: Sem menosprezar os demais adversários e amigos de trabalho, a melhor foi Insano Igor vs Anjo Loiro, realmente gostei muito do trabalho feito e pela resposta que tive dos companheiros e do público posso confirmar isso. A pior foi em uma “quebrada” (house show para os aculturados sobre luta livre nacional) onde enfrentei um aluno meu que esta começando a se desenvolver e infelizmente não tivemos uma boa química no momento do combate. O nervosismo dele com medo de errar somado ao meu quando ele errava cagou a luta.

9) Qual foi a maior dificuldade em sua primeira luta? O nervosismo era muito?

R: Nervosismo deu porque foi em um show em um excelente palco, no Hangar 8, em meio à grandes lutas, estréia de amigos, desafios internacionais. O dia estava recheado de boas lutas, não podia fazer feio.
A maior dificuldade foi logo de primeira enfrentar uma mulher! Não queria, não se bate em mulheres! Fiquei muito puto, e mais ainda quando fizeram a palhaçada de deixarem o namorado dela entrar e me custar uma derrota logo em minha estréia na TV! A BWF ainda me pagará por isso, pode ter certeza disso!

10) O nervosismo passou desde a sua primeira luta ou ele aumenta a cada luta que passa?

R: Eu sempre fui cara de pal, nervosismo por vergonha não me pega, hehe. No máximo me irrito com algo, mas já estou bem desencanado.


11) Gostaria de passar uma mensagem para seus fãs e os futuros lutadores?

R: Não gosto de puxa sacos, mas eu deixo vocês me admirarem! Esperem pois ainda irão se surpreender muito comigo!

Perguntas dos Fãs

Denise: Como as pessoas reagem ao descobrirem que você é um lutador de Luta Livre, já que hoje em dia, a luta livre não tem tanta audiência como antigamente e, muitas vezes, é confundida com o MMA?

R: Uns dão risada, outros acham bacana. Há todo tipo de comentário. O mais legal é quando lutadores de jiu ou mma temem dizendo “você é louco, essas lutas ai são foda” e não querem treinar comigo. É quase inacreditável, mas isso acontece.

Kevin: Você é realmente insano? O que de mais insano você já fez pela luta livre nacional?

R: Hum. Já recusei varias propostas de emprego e cursei minha faculdade no período da manha para ter as tardes e noites livres para treinar. Não tinha condições financeiras favoráveis, trabalhava com meu pai e fazendo bicos pra ter grana, mas nada me tira do treino de luta. Acho que isso é insano, não é? Se não, visite a comunidade “Luta Livre” que fala sobre luta livre estilo de luta brasileiro, embasado na arte do freestyle de wrestling olímpico, e veja se acha o tópico onde arrumei briga com todos os membros defendendo a nossa luta livre vs a deles, hehe.

Mr. Terrific: “Aê cara...Tua família é toda baixinha?”

R: Sim sim! Todos baixinhos mas todos capazes de arrebentar essa sua cara de merda! (isso pra num falar de sua mãe... pq ela... deixa pra lá)

Lady: Igor, como você se sente com o modo que as pessoas falam da luta livre nacional, sabemos que os dias atuais não temos tanta audiência devido ao grande “sucesso” de empresas norte-americana?

R: Fico chateado, mas a cada um que fala mal, me ponho a procurar mais e mais motivos e modos de melhorar cada vez mais e provar que estão errados.

Andy: Poderia mandar um vídeo da luta que você considera a melhor?

R: Ta ai! http://vimeo.com/14534190

Dolph Matheus: O Tim Anderson é realmente americano ou é apenas uma gimmick?

R: Realmente americano. Mas se continuar como esta, deixara de ser em breve. Esta cada vez mais abrasileirado, amando nossa cultura e se esbaldando com nossa luta livre.

Awesome Heel: Se você pudesse escolher um lutador da WWE ou da TNA para lutar contra você, qual você escolheria?

R: Vish, ai você me complica. São muitos, muitos mesmo. Mas creio que os melhores combates sairiam de minha pessoa contra volantes (ou faces, para os... a vocês sabem), como o Rey, pois o estilo é mais compatível com o nosso brasileiro, e na TNA contra o Amazing Red. Creio que seria interessante. Acho que vocês podem escolher isso melhor que eu, hehe

Jean: Bem, uma pergunta básica sobre Kafu, você como lutador, o que acha desse nome representando o Brasil na luta livre, quero dizer, o que acha de sua gimick?

R: Como já disse, se alguém tem que sair e representar, esse alguém sou eu! Hehehe
O Kafu sinceramente não me agrada. Certamente sabe lutar e se deu bem devido às pessoas com quem treinou. Se esforçou muito e tem seus méritos. Mas a gimmick é exacerbadamente estereotipada e certamente atrapalha a atuação dele. Muitos elementos diferentes em um personagem só. Basta assistir lutas do Zumbi, brasileiro que luta no México, ou do Antonio Mestre, da 100% Lucha na Argentina. São personagens estereotipados mas extremamente bem feitos.


Alice: Existe alguma dificuldade em ser o menor lutador em uma empresa? (Sem ofensas)

R: Deve existir. Pergunte ao Sônico, à Bia e ao Kid Abelha, afinal eles conseguem ser menores. (HÁ, se f#$@&*)

Borboleta: Você como um dos melhores Heel’s da BWF na minha opinião, você pretende dominar a BWF?

R: Valeu puxa saco! Agradeço e para isso que trabalho! E se você for homem, muda de nome ou nunca mais seja meu fã, hauehauehuaeh.

Drake Dean: Igor você come pudim?

R: Igualzinho o cara do FAQ do site da Chikara ;) (se não foi de lá que você tirou isso, esquece a piada)


Agora falando francamente: Obrigado ao $@#% #@$#@% pelo espaço cedido e aos fãs pelas perguntas. Espero que este trabalho evolua cada vez mais e que tudo o que tiver relação com a luta livre nacional cresça cada vez mais. Capacidade de ser os melhores nós temos, e temos também os melhores fãs, os mais calorosos e dedicados aos seus ídolos, só não temos o produto ideal por questões diversas que ainda não cativou à todos.
Acima de tudo e acima de todos, valorize o que é seu por direito! A luta livre nacional é você fã quem faz, sendo só fã ou trabalhando conosco, e se ela está ruim, certamente você também tem uma parcela de culpa nisso tudo. A evolução tem de ser completa, por todos e para todos, e conto com cada um de vocês para chegarmos ao topo novamente.

#9:13. And that`s the bottom line, because Insano Igor said so!

Então finalmente obtive a resposta da entrevista do grande Bob Jr. dono da BWF!


1)Bom Bob Jr., nos conte um pouco sobre como você iniciou na Luta Livre.

R:Descobri que meu pai era lutador aos 6 anos de idade,fui assistir a um show no circo ,quando vi meu pai lutando com o Rocco fiquei louco,sabia que ali estava meu futuro.Aos 8 anos estreei fazendo um personagem mascarado na equipe de meu pai.

2)Você se lembra de sua primeira luta? Em aspectos de local e oponente?

R:Bom, com este personagem foi aos 8 anos em Suzano no circo Dema contra a caveira Killinger.Como Bob Junior a primeira luta foi com o saudoso caipira Dom Afonso no circo Lando no Guarujá aos 16 anos.

3)Na atual situação da Luta Livre Nacional, a BWF vem fazendo um excelente papel com um programa semanal na televisão, conte-nos um pouco sobre este projeto.

R:O projeto começou em 2003,quando criei a BWF ,acreditava que a LLN precisava de uma reformulação ,então o primeiro passo foi a internet com o BWF combate na alltv,vocês podem não acreditar mas muita gente nem sabia que existia luta livre no Brasil.Assim aos poucos fomos conquistando este publico e também sentindo o que seria preciso para esta reformulação.Então criamos novas regras para dar mais dinamismo e assim obrigar o lutador a se preparar mais para satisfazer o publico.Então estreamos o telecatch.Muito difícil manter um programa de luta livre no ar,mas com a ajuda de de parceiros e a forca de vontade de toda a equipe BWF estamos conseguindo .

4)Você acha que a Luta Livre Nacional está próxima de ter um sucesso comparado a uma federação internacional?

R: No meu ponto de vista, falta muito, acredito que estamos no caminho certo.Mas temos um longo caminho a seguir para chegarmos a estas federações.

5)Bom, qual foi o momento mais marcante em toda a sua carreira na Luta Livre?

R: Foram muitos,alguns bons outros não,Vamos dizer que não foi um momento.Mas sim poder crescer e compartilhar vários momentos únicos  com grandes ídolos da luta livre nacional, como aprender a tomar chimarrão com o tigre paraguaio,comer pão com mortadela no fundo do circo com o Antonielo(Sancho Panca),Aprender a caminhar no ringue com o Mister Argentina,dar tesoura com o Bugre,dormir  abraçado na barraca do circo(por causa do frio)com o Bartolo ou passar o reveilon no carro quebrado na estrada com meu pai e o caipira .Tem muito mais,se for contar tudo não caberia aqui.

6)Como você vê o futuro da nossa Luta Livre?

R:Eu sempre acreditei,e acredito que um dia vamos conseguir chegar no lugar que a LLN merece,que e ter o reconhecimento nacional.Embora seja muito difícil,mas se cada um fizer a sua parte vamos conseguir.

7)Em quais lutadores você se inspirou no começo de sua carreira, e quais os lutadores que você tem mais admiração?

R:No começo foi no meu pai,mas quando conheci o Brasão fiquei louco,agradeço muito a ele pois me ensinou muito.Mas como respondi antes tive grandes professores e estes tem toda a minha admiração:Mister Argentina,Aquiles,Ramos,Tigreparaguaio,Bugre,Antonielo,Caipira,montanha,Bartolo,rastafári,Torpedo,Vingador,Santini,Moreira,Diaboloiro,Nino mercury.Devo ter esquecido de alguém ,foram muitos, mas agradeço a Deus por ter conhecido estas pessoas.

8)Esta será uma pergunta polêmica, o que você acha sobre o uso de anabolizantes e esteróides na Luta?

R: Acho que para a luta livre não e necessário, para o fisiculturismo não critico desde que seja usado com responsabilidade. Eu já usei e tive muitos problemas com esta droga.

9)Novamente gostaria de agradecer pela entrevista e, você gostaria de fazer algum comunicado ou anúncio?

R:Eu quem agradeço,poder falar um pouco sobre a minha carreira e muito bom.Como todos sabem estou afastado dos ringues,mas podem esperar que em 2011 voltarei com forca total.
Gostaria de agradecer a todos que fazem parte da família BWF,que não medem esforço para tentar crescer a cada dia,e também a todos os blogs,portais ,sites e todos os amantes da LUTA LIVRE NACIONAL.

Perguntas dos Fãs


Vinícius “Brooks”: "Bob, analisando a luta livre nacional e vendo o empenho de todos (afinal você esta dentro desse mundo né), o que falta para alavancar a luta livre no Brasil? E o que você daria como mensagem para os jovens que estão lendo essa entrevista agora para incentivá-los a promover a luta livre ou até quem sabe procurar uma academia para virarem lutadores?            

R: Ola Vinicius,acho que o que falta, e conseguirmos resgatar a credibilidade que a LLN veio perdendo ao longo dos anos.Assim conseguiríamos novos investidores , a mídia abriria espaço para este esporte para podermos atingir um grande publico.Quanto aos jovens ,todo este trabalho seria em vão sem vocês.A luta livre precisa de vocês.Eu desafio qualquer um a subir no ringue ao menos uma vez,duvido que você não ira ficar louco,a luta livre e como uma droga depois que entra na veia se torna impossível viver sem ela.

Denise: Como surgiu a idéia de criar a BWF?

R:Ola Denise,eu cresci na luta livre,em certo momento notei que o publico estava perdendo o interesse,faltava uma renovação.Em 2002 criei a BWF,primeiro investi na formação de novos lutadores, com um treinamento diferenciado conseguimos uma grande mudança.Depois criamos algumas regras ,o ranking,algumas lutas diferenciadas como o catchmania,o sobrevivente e algumas que ainda estão por vir,tudo para despertar o interesse do publico.Ainda estamos na fase de adaptação dos lutadores da fase anterior ,mas quando todos se adaptarem teremos um grande resultado.
Também não posso deixar de falar do apoio de grandes ídolos do passado  que fazem questão de apoiar estas mudanças.Por isso a primeira aula de qualquer lutador e respeitar o passado da LLN.

Andy: Porque não estão mais atualizando site (bwf.com.br) com os locais dos shows, e a BWF tem algum centro de treinamento para jovens?

R:Nos tivemos alguns problemas com o web designer ,por isso a falta de atualização ,mas já estamos criando um novo site e este será atualizado.Acredito  que esteja no ar em Janeiro.

Gabriel Justo: Porque achas que o wrestling brasileiro parou de ser tão popular?

R:Gabriel,não quero ser injusto porque a luta livre tem muita gente boa,mas um dos motivos são alguns empresários e lutadores que não tinham o mínimo respeito pela LLN,só pensavam no próprio bem,faziam qualquer coisa para ganhar dinheiro usando o nome da LLN.Assim denegriram a luta livre.

Dolph Matheus: Porque a BWF não tem lutas HardCore, lutas de revezamento com cinturão e os programas duram apenas 30 minutos?

R:Primeiro estamos tentando mostrar que  a luta livre mudou,ganhar o publico ,depois temos um projeto hardcore para a internet,mesmo porque as TVs não permitem muita violência.Quanto aos cinturões ,temos sim o revezamento.E a questão do horário e financeira,ainda esta difícil manter um horário maior.

Lukaz Storn: Bob Jr, por onde anda o Tim Anderson, o Pecus, e os Motoloucos (cachorrão e viralata)?Vai ter algum titulo de duplas na BWF?E também queria saber se essa parceria BWF-Supercatch foi apenas por um show ou se é fixa

R:O TIM voltou agora dos Estados Unidos e conseguiu voltar para a BWF,já o Pecus sofreu uma lesão e esta se recuperando,e os motoloucos tiveram um problema de ordem pessoal .Mas em 2011 teremos o campeonato de duplas e eles irão participar.
A parceria sempre existiu, bob Leo e meu pai,só estamos acertando detalhes para melhorar e ai será fixa.

Estamos chegando ao fim da apresentação, se você leu até aqui, você é um verdadeiro guerreiro! Depois eu segui entrevistando um grande astro da Luta Livre Nacional, Nino Mercury!

1-) Bom Nino, para começar conte-nos como conheceu a Luta Livre e por que passou a se interessar pelo esporte.



R:Tudo iniciou na decada de 60 (1968), quando eu trabalhava como office-boy em um banco. Como minha atividade era externa, conforme eu andava 

nas ruas as pessoas me chamavam de Ted Boy, ai procurei saber quem era, e descobri que se estava de um GRANDE lutador de luta livre.

Tomei conhecimento que havia um programa na TV aos sabados de luta livre, e resolvi reunir amigos na minha casa para assistir, foi quando
dispertou o interesse pelo esporte.Procurei então saber onde estes lutadores treinavam, e fui visitar a academia que era em São Paulo na rua Maria 
Macolina nA região do Brás, cujo proprietário era o Sr. Carlos Aurichio ex-lutador. Bem, a partir deste dia dei um grande passo, matriculei-me 
e aproveitei para treinar no mesmo dia, e para aumentar ainda mais meu entusiasmo, estava andando pelos corredores quando me deparei com um dos 
lutadores chamado Tigre Paraguaio, pois lá havia uma sala para iniciantes e outra para os profissionais, como os famosos Ted Boy Marino, 
Tigre Paraguaio, Fantomas entre outros.


2-) Vivendo no auge e no declínio da Luta Livre Nacional, o que você acha que mudou para o esporte perder tanta popularidade?


R:Esta resposta é bastante simples e se repete em todas as modalidades esportivas no Brasil, chamasse falta de patrocinadores. O que 
consequentemente impacta diretamente em manter de médio a longo prazo um programa na televisão.


3-) Você acha possível resgatar a popularidade da Luta Livre Nacional? Como?


R:Com certeza, precisa além do patrocinio como disse anteriormente, uma excelente produção como a aplicada nos Estados Unidos, muito embora no Brasil tenhamos 
muito mais tecnica do que eles, mas não podemos negar que a produção americana conquista e fideliza grandes publicos neste esporte.
No Brasil o que está sendo realizado é um forte trabalho de base, pelo Boby Junior e Sra. Cintia, iniciaram com um projeto chamado BWF
(Brazilian Westley Federation) onde alem de identificar novos talentos, podemos contribuir com a nossa expertise para formar novos profissionais
e então, dar a chance de um novo inicio, uma nova história.




4-) Voltando um pouco no tempo, há alguma luta que você considere a melhor de sua carreira?


R:Certamente foi a que enfrentei o lutador Aquiles o Matador, na epoca dos gigantes do ring, foi uma luta corrida, com tecnica e ao mesmo tempo
violenta pois sofri muito nas maos dele. Na verdade, mesmo sabendo que poderia ser assim, cada luta é uma luta, mas a única certeza que eu tinha
era que para enfrenta-lo precisava ser alguem com bastante treino e sabedoria, sobretudo aceitar o tipo de luta que ele fazia, onde normalmente
perdurava alguns momentos que envolviam sangue. Bem antes de iniciarmos a luta o Aquiles me falou: Nino fique tranquilo que não vai rolar sangue.
Posso afirmar que até psicologo ele foi, pois depois de um tempo de luta, no 3o round, o Aquiles me levou as cordas me deu um golpe que fui ao chão, 
quando levantei minha testa já estava sangrando. Naquele momento não me intimidei pois ai que o sangue ferveu, fui pra cima dele e terminamos a luta.
Esta foi sem duvida a melhor luta da minha história.




5-) Qual a recordação que você tem de sua primeira luta?


R:Minha 1a luta foi com o Jocil e Labarca, eles foram à academia do Sr. Carlos, e me chamaram para fazer uma luta em um circo, localizado
no interior de São Paulo. Na verdade eu conhecia pouco São Paulo, então entramos em um carro (Chevrolet C10 cabine fechada) com outros lutadores
e esperavamos uma viagem curta porém foi longa onde durou cerca de 2 horas para chegarmos. Quando chegamos o circo estava totalmente lotado, e o 
Jocil pediu para eu me caracterizar como um dos personagens (lutadores) da epoca chamado Boby Rony e Roby Rony, e optamos pelo Boby Rony. Esta 
foi uma das piores escolhas que fiz na vida, pois apanhei muito até perder o destino de casa, embora tenha sido uma excelente luta.
Depois apareceram as consequencias, o delegado da cidade chamou o Jocil para dizer que aquele não era o Boby Rony, e perguntou onde eu estava,
porém me esconderam num outro carro conforme o Jocil havia orientado, até sairmos ilesos do que posso chamar dessa primeira aventura.Que legal!!!




6-) O que você acha sobre o uso de esteróides para o esporte? Você conhece alguém que já usou?


R:Conheço algumas pessoas sim, e todos sofrem ou sofreram consequencias por isso. é o que eu digo: nunca use droga e morte na certa.


7-) Qual o seu ídolo da Luta Livre Nacional? Se tiver algum ídolo de outro país pode nos dizer também.


R:O meu maior idolo da luta livre chamasse Ted Boy Marino, e não poderia ser diferente, pois ele que originou toda esta história que me traz 
muito orgulho para a minha vida.


8-) Qual foi o momento mais marcante de sua carreira como lutador?


R:Foi na cidade de Cotia há 24 anos atrás quando, fui escalado para lutar com o menino Montanha, que era novo na luta livre. O menino montanha
neste dia me falou que estava inseguro com aquela luta pois eu tinha muita experiência diante dele. A luta inicio, e no 1o round fui lançado nas
cordas, quando de repente a corta mais alta rompeu-se, e fui diretamente ao solo de costas. Isso provocou um sangramento pelos ouvidos e nariz,
logo fui transportado inconsiente ao Hospital de Cotia para os primeiros socorros. Chegando lá, por falta de recursos, direcionaram a ambulancia
para o Hospital das Clinicas, e depois de alguns exames fui liberado sem nada constatado. Na manhã do dia seguinte, não me sentindo bem, fui ao
Hospital Cristovao da Gama em Santo André, lá passei novamente por uma bateria de exames, quando no 3o dia tive uma paralisia facil, ficando com a face 
retorcida. Depois de uma longa internação com intensas seções de fisioterapia voltei ao estado normal, e retomei a minha casa bastante traumatizado.
Esssa sem duvida foi a luta que "me estrepei". 


9-) Agora, qual foi o momento mais engraçado que você se lembra de ter passado em sua vida nos ringues?


R:Foi quando  eu fiz pela primeira vestido de palhaço coringa do sete na tev record foi muito engraçado eu dentro daquela roupa  fiz uma luta vestido de palhaço.


10-) Para finalizar, gostaria de passar algum recado aos fãs e aos jovens que estão iniciando seu treinamento?


R:Na vida tudo vale a pena, quando se trata de realizar aquilo que gostamos e fazemos com amor. Ser reconhecido ou não é consequencia, mas
o que realmente nos motiva entrar nesse esporte é viver ao vivo a adrenalina que só se explica quando assistimos ou estamos em cima de um ringue.
Naturalmente cada um tem um próposito, eu te convido a compartilhar esta modalidade, pois além de um prazer, um grande privilegio em te-los 
no nosso time. 


Agora a última entrevista que eu realizei, uma entrevista INTERNACIONAL, com um Luchador Mexicano da CMLL e atual Campeon De Pajeras! El Terrible

1 - Cuéntanos un poco acerca de su inicio en la lucha libre fue un duro comienzo?

Respuesta: empese alos 9 años a entrenar despues lo deje perke mis papas no me dejavan entrenar y a escondidas empese a luchar llegava todo golpeado de las luchas, despues mi papa me empeso aseguir para ver ke estaba aciendo. despues empese en la arena mexico y si fue un poco duro entrar por todos los luchadores ke estavan esperando la oportunidad, recuerdo ke uvo gente ke me ayudo a entrenar muy duro para poder llegar al nivel ke ellos buscaban.

2 - Quién fue su primera lucha, se le sigue nervioso?

Respuesta: mi primera lucha fue mano a mano en la coliseo de mexico y si estava muy nervioso y asta la fecha sigo estando jajajaja


3 - Cómo se va a Brasil y ser aceptado por todas las personas? Usted vino a sabiendas de que la lucha libre en Brasil no es muy conocida?

Respuesta: claro ,e isimos ke la gente mostrara interes en nosotros y sintieran la adrenalina en carne propia sin saber ke no eramos conocidos y tu vistes los resultados ,siempre nos entregamos el todo por el nada asi arriesgando nuestro fisico y ke la gente salga satisfecha de nuestro trabajo.


4 - Quién fue su inspiración en la lucha libre?

Respuesta: mi papa fue el ke me inculco la lucha libre desde pequeño

5 - Cuál fue el más espantoso momentos de su carrera en la lucha libre?

Respuesta: cuando estava luchando en la coliseo recibi ana patada muy fuerte en el ojo derecho y estuve a punto de perderlo y el doctor me decia ke ya nunca mas iva avolver a luchar.

6 - El Terrible y Texano  forman un gran dúo en la lucha libre, la amistad de ustedes es grande fuera del ring?

Respuesta: si nos defendemos como hermanos

7 - Cuál fue la mejor lucha que ya ha realizado?

Respuesta: enuna apuesta de cabelleras en contra de unos japoneces

8 - Si por casualidad el CMLL regresó a Brasil para otro show, a usted le gustaría venir con ellos?

Respuesta: con todo gusto volveriamos para brazil

9 - Qué países has luchado, y lo que más le gusta luchar?

Respuesta: en japon ,estados unidos , francia ,guatemala , y por supuesto brasil y cada lugar tiene su publico diferente.

10 - Terrible Una pregunta más, cómo te sientes de ver El Místico convertirse en Sin Cara en la WWE?

Respuesta: cada cabesa es un mundo diferente y a el le llego su oportunidad a cada kien le llega su oportunidad y esperemos ke demuestre de ke estamos hechos los mexicanos

11 - Para concluir, desea enviar un mensaje a sus fans en Brasil? Usted tiene muchos fans aquí.

Respuesta: a toda esa gente bonita  ruda o tecnica les doy las gracias por recibirnos con los brasos abiertos y esperemos ke volvamos a ir muy pronto y un cordial abraso y ke dios me los bendiga de todo corazon el terrible muchas gracias.

Una vez más gracias por la entrevista, le deseo éxito en su carrera y espero que mantenga su cinturón de parejas de largo.

Y otra vez lo siento por el mal español, no tengo mucha práctica en este idioma.

Entrevista Traduzida

1 – Conte-nos um pouco sobre o seu começo na lucha libre, foi um começo difícil?

R: Comecei a treinar aos 9 anos e logo depois meus pais não me deixavam treinar, mas escondido comecei a lutar e chegava todo machucado das lutas, depois meu pai começou a me seguir para ver o que eu estava fazendo. Depois comecei na arena do México, foi um pouco difícil de entrar por todos os lutadores que estavam esperando por uma oportunidade, me lembro que teve gente que me ajudou a treinar duro para poder chegar ao  nível que eles estavam procurando.

2 – Como foi sua primeira luta, você estava nervoso?

R: Minha primeira luta foi 1 contra 1 no coliseu do México, eu estava muito nervoso e até hoje ainda continuo nervoso (risos).

3 – Como foi vir ao Brasil e ser aceito por todas as pessoas? Você veio sabendo que a lucha libre no Brasil não é muito conhecida?

R: Claro, e sim o publico mostrou interesse em nós e sentiram a adrenalina na própria carne sem saber que não éramos conhecidos e você viu os resultados, sempre nos entregamos por inteiro para não acontecer nada com o nosso físico e para que o publico saia satisfeito.

4 – Quem foi a sua inspiração na Lucha Libre?

R: Meu Pai foi quem me iniciou na lucha desde pequeno.

5 – Qual foi o momento mais marcante de sua carreira?

R: Quando estava lutando no Coliseu recebi um chute muito forte no meu olho direito e estive perto de perdê-lo, o medico me dizia que eu nunca mais iria voltar a lutar.

6 – El Terrible e Texano formam uma grande dupla na lucha libre, a amizade de vocês é grande fora dos ringues?

R: Sim, nós nos defendemos como irmãos.

7 – Qual foi a melhor luta que você já realizou?

R: Uma aposta de cabelos contra um japonês.

8 – Se por acaso a CMLL voltar ao Brasil para outro show, você gostaria de vir com eles?

R: Com todo prazer voltaríamos ao Brasil.

9 – Em que países você já lutou e qual você mais gostou de lutar?

R: No Japão, Estados Unidos, França, Guatemala  e claro Brasil. Cada lugar tem um público diferente.

10 – Como você se sente vendo El Místico se transformando em Sín Cara na WWE?

R: Cada cabeça é um mundo diferente e para ele chegou a oportunidade, no momento certo chega sua oportunidade e esperamos que demonstre do que os mexicanos são feitos.

11 – Para terminar, gostaria de enviar uma mensagem aos seus fãs do Brasil? Você tem muitos fãs por aqui.

R: A toda essa gente bonita, muito obrigado por nos receber de braços abertos e espero que possa voltar em breve, um forte abraço e que Deus os Abençoe, de todo Coração, El Terrible, Muito Obrigado.

Mais uma vez muito obrigado pela entrevista, desejamos um grande sucesso em sua carreira e que você mantenha o seu cinturão por muito tempo.

E mais uma vez desculpe por meu péssimo espanhol, não tenho prática com o idioma.

Obrigado Kirk por realizar as traduções.

Agora sim, chegamos ao fim, se você leu tudo... Você merece um mega parabéns, basicamente o Toko Interview é um quadro para promover a Luta Livre Brasileira, onde eu entrevisto os lutadores contando com a pergunta de vocês, leitores, podem fazer as perguntas pelos comentários.

9 comentários:

Denise Sanchez disse...

Mtoooooo fodaaaa

já li todas =D

espero as entrevista novas =D

Matheus Corrêa disse...

mto irado RAIRIARIARIARIA

li e achei foda !

concordo com denise, espero novas !

André M. disse...

Já li todas e espero por muito mais q/

Krvcio disse...

Concordo com todos, espero novas
UAHEUAHEUHAEUHAEUHAUEHUAEHUAEHUEHA

Anônimo disse...

Li tudo ta muito show.

Melkirian disse...

Muito foda!!
Li todas e também espero novas! =D

Lord Malkavian disse...

boa toko

Kirk disse...

mto massa..

eu ainda participei *-*

☜¦ۣۜ¦●MH-South™●¦ۣۜ¦☞ disse...

Quero Novas (GOO) GO GO GO TOKITO NOVAS ENTREVISTAS PRO POVO